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Passado a Limpo...

Proporcionado lembranças de épocas tão queridas!
03 januari

O MARINHEIRO POPEYE

    Popeye, este feioso marinheiro, viciado em Espinafre, nasceu, em verdade, de um spin-off (um personagem de uma série que sai para ter a sua própria). O cartunista E. C. Segar, criou para a famosa tira Timble Theatre, um marinheiro caolho que em muito agradou o público. O ano era 1929 e seu autor enriqueceu. Podia parar por aí, mas não parou. Segar, que assinava com um charuto, numa clara alusão bem-humorada ao próprio nome(cigar, Segar, hehehe, muito engraçado...) viu sua criação ser transposta com maestria para a tela grande em 1933, no mesmo período da sex-symbol Betty Boop. O frissom popular foi o mesmo. Mais de 100 curtas foram produzidos ao longo deste período e numa qualidade mil vezes superior a suas séries mais recentes. Até hoje são desenhos muito bem produzidos.
   A criançada norte-americana aumentou o consumo de espinafre, aqui no Brasil, a resistência foi grande, o tal do alimento que dava superforça ao marinheiro (alguém aí já viu espinafre em lata?) Vai ver é por isso, que hoje eles são Primeiro Mundo...
   No Brasil, Popeye estreou nos jornais e nos cinemas em 1936, com a alcunha de..."Brocoió", algo como uma gíria da época para bobão ou similar. Foi distribuído mundo afora, principalmente, pela prolífera King Features e outras editoras menores. O sucesso é o mesmo há quase 80 anos.
   Popeye é um marinheiro, muito tolerante e paciente, isso para dizer o mínimo, pois aceita que sua namorada, a esbelta Olívia Palito (Olive Oil, no original) viva cedendo a certos assédios do grandalhão Brutus, ao que, no fim, ela sempre se arrepende e berra: "Socoooorroo, Popeeeeeeye!!!" Além disso, ele precisa apanhar de Brutus, até a exaustão, para que, enfim, saque de sua lata de espinafre e reaja. Freud explica.
   Brutus é rude homem do mar, disposto a tudo para superar seu rival, inclusive tomar-lhe a namorada, o que parece não incomodar muito marinheiro caolho...
   A partir dos anos 60, foram acrescentadas às tiras de Popeye, aventuras quadrinhísticas inteiras, por países e lugares exóticos. Afinal, o cara é marinheiro, pô. Estas aventuras, foram frutos da imaginação de vários artistas da equipe de Segar, já quase sem tempo para criar diretamente.
   Popeye já se casou com Olívia duas vezes. Uma em 1983, dando um fim ao velho triângulo amoroso com Brutus, o que desagradou à leitorada, fazendo-os voltar atrás, e outra, em 1999, em comemoração aos 70 anos da criação de Segar, numa espécie de realidade alternativa.
   A incursão de Popeye no cinema, com atores reais, desperta polêmicas. Foi dirigida em 1980, por um cineasta de talento: Robert Altman; e interpretada por atores que estão idênticos a seus similares de papel: Robin Williams e Shelley Duvall. É bem produzido, tem boas sacadas, mas... não parece com Popeye, faltou alguma coisa, enfim...

O RESTO DA GALERA
Além da volúvel Olívia Palito e do desleal Brutus, fazem parte do bando...
Gugu - O sobrinho bebê, que mais lembra um anão sem pernas, sempre lutando pela sua individualidade
Dudu - O gorducho parecido com Oliver Hardy, viciado em hambúrgueres e em pedir dinheiro emprestado para comprar mais hambúrgueres ("lhe pago na terça!")
Jeep-Jeep - Um animal estranho dotado de insólitos poderes.
Vovô Popeye - Um velho lobo do mar, mais velho ainda.
Bruxa do Mar - Uma feiticeira terrível que intenta, sabe-se lá porque, naufragar e acabar com Popeye.

Curtam os quadrinhos e cantem com a gente:
"Ô marinheiro, marinheiro, marinheiro só..."

© Reprodução autorizada para o CCQHumor

13 december

POR ONDE ANDAM ???

Christopher Thomas Howell, filho de um dublê, nasceu em dezembro de 1966, em Los Angeles, Califórnia. Seu debute no cinema começou em 1977, aos 11 anos de idade, no filme Aconteceu No Natal. Apesar de levar jeito para a coisa, o garoto preferia o mundo dos rodeios, e chegou até a ganhar títulos em torneios mirins no início dos anos oitenta.

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CT atualmente

Em 1981, C. Thomas foi contratado como dublê para participar da famosa cena das bicicletas em E. T., o Extraterrestre. Impressionado pelo jeitão do garoto, Steven Spielberg o fez atuar como um dos amigos do irmão de Elliott. Em 1982, foi chamado para trabalhar em Vidas Sem Rumo, filme do diretor Francis Ford Coppola, produção que o lançou ao estrelato.

Após ter interpretado o durão Ponyboy Curtis no já citado filme, diversos papéis lhe foram oferecidos. Trabalhou em Amanhecer Violento (1984), em Admiradora Secreta (1985), em A Morte Pede Carona (1986) e em Uma Escola Muito Louca (1986). Nesse último, o ator foi maquiado de forma a parecer-se com uma pessoa da raça negra. CT, conforme era carinhosamente chamado na década de oitenta, participou, ainda, de algumas séries de tevê como convidado; caso de A Gata e o Rato (1985).

Nos anos noventa, Christopher atuou em aproximadamente 40 filmes, dentre os quais: Os Reis da Praia (1990), Aquela Noite (1993) e Renegados Pela Justiça (1997). Também participou de algumas séries de tevê, tais como V.I.P. (1998) e a nova versão de O Barco do Amor (1998).

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Jonathan Ke Quan em Os Goonies Outra faceta de C. Thomas Howell é o trabalho de diretor. Ele dirigiu filmes como O Próximo Alvo (1995) e Risco Absoluto (1996), além de ter fundado o próprio estúdio: o Buckwheat Films. Ao contrário dos colegas de profissão de antigamente, o ator não teve sua carreira cancelada nos anos oitenta. Desde que começou no meio cinematográfico, não parou de atuar por todos esses anos. Infelizmente, CT está fora do Mainstream, isto é, não atua em grandes produções há muito tempo, talvez devido ao rosto sempre jovem que o estigmatizou.

Foi casado com Rae Dawn Chong (de A Guerra do Fogo e de Comando Para Matar), atriz que conheceu durante as filmagens de Uma Escola Muito Louca. Atualmente, aos 37 anos, vive com a segunda esposa e com três filhos em Los Angeles, num rancho de sua propriedade. Seus hobbies são golfe, jogos de computador, assistir a eventos esportivos e andar a cavalo. Dizem que é extremamente carinhoso com os fãs e que sempre participa de eventos ligados à caridade.

:: Jonathan Ke Quan, o Data de Os Goonies

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Jonathan Ke Quan em foto mais recente
Ke Huy-Quan nasceu no Vietnã em agosto de 1971, mas mudou-se para Los Angeles por causa da violenta guerra vivida no país natal. Desde pequeno interessou-se por artes marciais, mas também por atuar. O ator mirim ficou conhecido no ocidente, aos 13 anos de idade, ao interpretar o garoto de Indiana Jones e o Templo da Perdição. O sorriso dele era irresistível, realmente!

O próximo trabalho de Jonathan, assim batizado nos E.U.A., foi o responsável por eternizá-lo nas memórias das pessoas: a interpretação do menino Richard 'Data' Wang - a la James Bond - em Os Goonies (1985). O jeitinho atrapalhado e o leve sotaque do garoto encantaram a todos. No ano seguinte, 1986, ele participou de um seriado de tevê fracassado, Together We Stand, que durou apenas uma temporada.

O garoto crescia e, como reza a maldição de todo ator mirim dos anos oitenta, foi paulatinamente esquecido e, portanto, não mais escalado para trabalhar com a freqüência de antes. Durante os anos noventa, por exemplo, atuou em apenas dois filmes: o tenebroso Kickboxer - Dragão De Fogo (1991) e o mediano O Homem da Califórnia (1992). Além deles, fez uma aparição como convidado em um episódio do seriado Plantão Médico (1994).

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Jennifer Grey como Jeanie Bueller
Em 1999 dirigiu, produziu e editou o curta-metragem Voodoo, comédia que foi muito bem recebida pela crítica em festivais de cinema. Na mesma época, também, aproveitou o gosto pelas artes marciais e lançou-se noutra carreira, a de dublê. Ele foi, de fato, coordenador da equipe de dublês do filme X-Men (2000), bem como diretor-assistente de coreografia e tradutor (para os dublês chineses) de O Confronto (2001), ao lado de Jet Li.

Jonathan, além da atuação como dublê, vem tentando retornar novamente às telas como ator. A última produção da qual participou, Second Time Around, foi rodada em 2002 na China. Ah! Ele formou-se recentemente na University of Southern California School of Cinema Television.

Boa sorte, Johnny!

:: Jennifer Grey, a irmã do Ferris Bueller

Jennifer Grey, a garota de sorriso provocante e irmã de Ferris Bueller em Curtindo A Vida Adoidado, nasceu em março de 1960, em Nova Iorque. Filha do ator e dançarino Joel Grey, Jennifer estudou teatro no lendário Neighborhood Playhouse, sob os cuidados do também famoso professor Sanford Meisner. No início da carreira, ocorrido no princípio dos anos oitenta, ela atuou como coadjuvante nos filmes Jovens Sem Rumo (1984), Cotton Club (1984) e Amanhecer Violento (1984).

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Jennifer Grey atualmente
A atriz começou a própria projeção ao interpretar Jeanie em Curtindo A Vida Adoidado (1986), no qual contracenou com Matthew Broderick e com Charlie Sheen. Curiosamente, Jennifer foi noiva de Broderick por um tempo. O sucesso somente veio com o famoso Dirty Dancing - Ritmo Quente (1987), quando ela representou a bela Baby Houseman ao lado de Patrick Swayze. O lindo rosto de menina, o corpo bonito e o dom de dançar de Jenny caíram no gosto do espectador. De fato, é um dos filmes oitentianos mais lembrados pelos adultos de hoje.

Infelizmente, Jenny não soube aproveitar o boom iniciado a partir daquele filme e parece não ter levado a sério a carreira. Após o ano de 1987, passou a atuar em poucos telefilmes e de forma não continuada. Apareceu como convidada, também, em algumas séries de tevê, tais como Friends (1994). Em 1999 ganhou um seriado – que chegou a ser exibido no Brasil - no qual interpretou a si mesma: É Como... Você Sabe. De gosto duvidoso e repleto de piadas somente compreendias por americanos, o programa durou apenas uma temporada e logo foi cancelado.

Apesar de ter noivado com Matthew Broderick e com Johnny Depp, a atriz somente veio a casar-se em 2001 (e não com eles!) com o ator Clark Gregg (que fez uma ponta em A.I. - Inteligência Artificial). Atualmente está com 43 anos e tem uma filha, Stella.

Infelizmente, a carreira de atriz parece ter sido enterrada.


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Amanda Peterson em 1985
:: Amanda Peterson, a namoradinha de alguel

Nascida no Colorado em julho de 1971, Amanda Peterson estreou cedo no meio cinematográfico ao atuar no filme Annie, de 1982, dirigido por John Houston. Em 1985 participou do super bacaninha Viagem Ao Mundo Dos Sonhos, no qual contracenou com o falecido River Phoenix e com Ethan Hawke. De fato, é difícil resistir ao sorrisinho lindo dela, bem de criança, visto naquele filme.

Já adolescente, representou, ao lado de Patrick Dempsey, a jovem Cindy Mancini no famoso Namorada De Aluguel, de 1987. Eu lhes garanto: todos que estiverem na casa dos 25 ou dos 30 anos apaixonaram-se por ela quando assistiram ao filme em questão pela primeira vez. Esse, acreditem em mim, foi um dos filmes mais reprisados de todos os tempos durante a Sessão da Tarde.

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Amanda em Namorada De Aluguel
Assim como aconteceu com Ralph Macchio e com Corey Feldman, ela fez pouquíssimas aparições durante o final dos anos oitenta e no início dos anos noventa. Naquela época, participou de alguns telefilmes e de poucos seriados de tevê, tais como Tal Pai, Tal Filho (1989), Love and Betrayal (1989) e Encanto Fatal (1990). A última atuação de Amanda, de que se tem notícia, aconteceu no filme O Vencedor, uma produção de 1995.

Atualmente, aos 32 anos, está casada e tem dois filhos, Jonathan e Katie. Dentre os hobbies da ex-atriz está a paixão por eqüinos.





Antes
Em 1985, era batata: bastaria ligar seu televisor em qualquer horário e você veria um dos atores abaixo desfilarem na telinha. Hoje, vinte anos depois, a pergunta que não quer calar é: cadê os caras????? Acompanhe-nos n´A Arca e descubra que fim levou cada um deles!

:: Ralph Macchio, o “eterno” Karatê Kid

O ítalo-americano nascido em Nova York – em 1961 – representou Daniel LaRusso nos três primeiros filmes da série cinematográfica Karatê Kid: em 1984, 1986 e 1989, respectivamente. Também atuou em sucessos como Vidas sem Rumo (1983) e A Encruzilhada (1986). O início da carreira, contudo, foi bem antes dos filmes: na época em que Ralph participou de comerciais de tevê e fez pequenas pontas em seriados. Infelizmente, por causa da aparência sempre juvenil, papéis importantes e de peso nunca mais lhe foram oferecidos após os anos oitenta. Nos anos noventa, participou de poucos filmes, dos quais citamos Nu em Nova York – de 1992 (no qual contracenou com Eric Stoltz).


Depois
Atualmente está casado – desde 1987 – e tem dois filhos: Julia e Daniel. Além da atuação, recentemente arriscou-se na direção e no roteiro do filme Love Thy Brother (2002). Ralph, de fato, vem tentando retomar o sucesso “perdido” há mais de dez anos. A última produção da qual participou, A Cold Day in August, data de 2003. Hoje está com 41 anos de idade.

Curiosidade: apesar de ter interpretado o menino Daniel LaRusso em Katarê Kid (1984), Ralph Macchio já tinha 23 anos de idade naquela época.

Curiosidade II: ele recebeu uma indicação ao prêmio Framboesa de Ouro, na categoria de Pior Ator, pelo papel em “Karatê Kid III” (1989).

Nota do El Cid: Não, ele não é o homônimo editor da Marvel Comics. Só esclarecendo


Antes
:: Barret Oliver: A História Sem Fim

O talentoso Barret Oliver nasceu em 1973 na Califórnia. Atuou em filmes marcantes como A História Sem Fim (1984), D.A.R.Y.L. (1985), Cocoon (1985) e Cocoon II (1988). Além das atuações, participou de diversos comerciais de tevê – VISA, McDonald´s, etc. – e dublou.


Depois
Em 1989, após uma série de decepções com diretores e produtores, Barret, aos 16 anos de idade, resolveu abandonar a carreira de ator. Nos anos noventa, ingressou na faculdade de jornalismo com especialização em foto-jornalismo. Atualmente vive na Flórida e, pelo que consta, já atua como jornalista. Hoje está com 29 anos de idade.

Curiosidade: alguns sites sensacionalistas afirmam que Barret consumia drogas e que assassinou os pais durante um ataque de histeria. É papo furado!

Curiosidade II: o ator sempre gostou de trabalhar com as mãos e de produzir peças manufaturadas. Ele ajudou a montar peças de uma exposição sobre o naufrágio do Titanic.

Curiosidade III: Barret apareceu no episódio-piloto da série “A Super Máquina” (1982).


Antes
:: Henry Thomas: El-li-ot!!!!!!!!!

Não tem jeito! Ele ficou marcado por causa do personagem que interpretou no filme E.T., O Extraterrestre (1982). Henry Thomas é Elliot e Elliot é Henry Thomas. Ponto final! Isso já aconteceu tantas vezes, não é? Leonard Nimoy é Spock, David Carradine é Kwai Chang Caine, e assim por diante. Elliot, de fato, influenciará Henry Thomas para o resto da vida.

Ele nasceu no Texas em 1971 e desde cedo quis atuar. Encheu tanto os pais que esses o levaram à audição para um papel no filme Raggedy Man (1981). Desnecessário dizer que ganhou o papel. Mas foi em 1982 que Henry consagrou-se devido à interpretação do amigo humano de E.T.: Elliot. Spielberg, diz a lenda, ficou tão impressionado com o desempenho de Henry na audição que o contratou imediatamente. Após o sucesso de E.T., Henry atuou – ao lado do ótimo Dabney Coleman – no bonitinho Os Heróis Não Têm Idade (1984) e também no obscuro – e fracassado – filme australiano: “The Quest” (1986).

Ainda em 1985, aos 13 anos, após as filmagens de “The Quest” decidiu-se: não queria mais atuar, mas viver uma vida “normal” como a de qualquer criança. Houve, então, um hiato na carreira do ator. Somente no final dos anos oitenta, Henry arrependeu-se da decisão tomada e quis voltar atrás. Infelizmente, já havia crescido e o “apelo” infantil não mais existia. Henry Thomas era assombrado por Elliot.


Depois
No início dos anos noventa, alguns papéis lhe foram oferecidos, mas sempre em filmes obscuros de baixo orçamento ou em produções cuja presença física do ator era meramente “acidental”. Ele viveu o jovem Norman Bates em Psicose IV (1990) e foi um dos coadjuvantes de Fogo no Céu (1993). Em 1994 recebeu um papel bom: o de irmão mais novo do personagem principal em Lendas da Paixão (1994). A crítica gostou e paulatinamente o ator passou a aparecer em telefilmes (Moby Dick, de 1998, é um dos exemplos). Recentemente teve um papel no aclamado Gangues de Nova York (2002) e neste momento está participando de dois filmes em produção: Honey Baby e 11:14. Assim como os colegas já citados, Henry Thomas novamente busca seu lugar ao Sol no estrelato.

Hoje em dia ele mora num rancho próprio em San Antonio, Texas, próximo à casa dos pais e está casado. Henry parece ser um cara solitário e quieto. Está com 31 anos de idade e estuda Filosofia na Faculdade Texas' Blinn Jr.

Curiosidade: em 2002, durante a comemoração dos 20 anos de E.T., Henry Thomas deu diversas entrevistas e participou das festividades ao lado dos outros atores do filme. Ele foi aplaudido de pé durante a cerimônia (vide os extras do DVD de E.T.).

Curiosidade II: o ator toca guitarra, canta e já teve uma banda de folk-rock. Assim como Corey Feldman, também é músico, mas apenas nas horas vagas.

Curiosidade III: ele ganhou o prêmio Globo de Ouro, em 1983, na categoria estreante do ano em longa-metragem pela atuação no filme E.T.

Curiosidade IV: ele ganhou o prêmio Globo de Ouro, em 1996, na categoria melhor ator coadjuvante em uma série, mini-série ou filme para TV pela atuação em Indictment: The McMartin Trial.


Antes
:: Corey Feldman: o “Boca”

Corey nasceu na Califórnia em 1971. Foi um dos astros mirins mais requisitados de seu tempo e iniciou-se no meio artístico aos 3 anos de idade, num comercial do McDonald´s. Atuou em diversos filmes marcantes, tais como: Gremlins (1984), Os Goonies (1985), Conta Comigo (1986), Os Garotos Perdidos (1987) e Sem Licença para Dirigir (1988). De fato, ele é sempre lembrado por causa do personagem “Boca”: o maluquinho que vivia se penteando em Os Goonies.

No inicio dos anos noventa, Corey Feldman foi preso por porte ilegal de drogas e internado. A infância difícil ao lado do pai violento e a diminuição da procura dele pela mídia (o interesse por Corey diminuía), dentre outras coisas, o levaram ao consumo de drogas. Felizmente, conseguiu se recuperar depois de uma dura fase de autofrustração.


Depois
O ator vem tentando voltar ao mundo de Hollywood e tem novamente aparecido em alguns filmes desde meados dos anos noventa. Vodoo (1995) é um dos exemplos. Corey também andou fazendo dublagens e emprestou a própria voz ao personagem Donatello, das Tartarugas Ninjas, no primeiro e no segundo filme da série.

Atualmente está casado pela segunda vez e tornou-se vegetariano. Há alguns projetos engatilhados à espera dele e logo voltará a atuar. Hoje em dia está com 31 anos.

Curiosidade: atuou ao lado de Corey Haim por 7 vezes, tendo dirigido o amigo no filme Busted (1996).

Curiosidade II: o ator também é compositor e fascinado por música, tanto que tem uma banda e já lançou alguns discos.

Curiosidade III: a atuação no filme Os Garotos Perdidos rendeu ao ator uma indicação ao prêmio Youth In Film de 1987.


Antes
:: Corey Haim: Inocência?

Corey Haim nasceu em Toronto, Canadá, em 1971 e apareceu pela primeira vez num programa de tevê - The Edison Twins - em 1981. Em 1984, estrelou o filme First Born e logo passou a atuar em diversas produções da época: Admiradora Secreta (1985), A Hora do Lobisomem (1985), A Inocência do Primeiro Amor (1986), Os Garotos Perdidos (1987) e Sem Licença para Dirigir (1988). O olhar triste e o sorriso de cachorrinho solitário eram a marca registrada dele.

Assim como a droga dominou o amigo Corey Feldman, Corey Haim viciou-se em cocaína, foi detido e internado. Foi preso por comportamento hostil e violento, também. Durante os anos noventa participou de produções meio obscuras e sempre em papéis de pouca importância em telefilmes. Foi, por outro lado, produtor executivo de dois filmes: Demolition High (1996) e Demolition University (1997). Atuou nalgumas séries de tevê como convidado: Psi Factor (1996) é um dos exemplos.

Depois
Ele vem tentando desvencilhar-se da imagem de menininho-lindo-da-mamãe, bem como do estigma de ex-drogado, para ganhar papéis adultos e de peso. Últimos trabalhos: The Back Lot Murders (2001) e o telefilme Without Malice (2000). Hoje em dia está com 31 anos e dedica-se à pintura.

Curiosidade: ele e Corey Feldman trabalharam juntos em 7 produções.

Curiosidade II: na época do vício, era conhecido como encrenqueiro.

Curiosidade III: largou a escola aos 13 anos de idade para dedicar-se apenas aos filmes.

Curiosidade IV: ele sonha em concorrer ao Oscar.


28 november

The Muppets



Criado em 1976, o Muppet Show foi o ápice da carreira de criador de bonecos de Jim Henson.

Henson nasceu em 1936, em Leland, no Mississipi, EUA. Ainda jovem, sua família mudou-se para Maryland. Foi lá que Hanson teve o impulso inicial para sua carreira. Ele ficou fascinado pela TV e imaginava um meio de participar daquilo.

Em 1954, ele entrou para a universidade de Maryland e ficou sabendo que uma emissora de TV local estava à procura de alguém que manipulasse bonecos para participar de um programa infantil. Naquela momento, Henson não tinha nenhum interesse em bonecos e nunca tinha tido contato com eles, o que ele queria mesmo era ser ator. Mas começava alí uma nova paixão na vida de Henson, os bonecos. Para participar do programa, Henson e um amigo criaram um boneco, um rato francês que ganhou o nome de Pierre. Não demorou muito para uma emissora maior, a ABC, convidar Henson para trabalhar em um programa com bonecos chamado Sam and Friends (Sam e seus amigos).

Jim Henson e Caco
O programa ficou seis anos no ar. Em 1969, Henson foi convidado a participar de um novo projeto, Vila Sésamo. Esse programa era um projeto aimbicioso que visava educar as crianças através da TV, de uma maneira até então inédita. O programa fez tanto sucesso que virou capa da revista Times em 1970. Vila Sésamo ainda está no ar, após trinta anos.

Henson pensava em ter seu próprio programa, exclusivamente com bonecos, mas ninguém nos EUA tinha interesse no projeto. Mas ele não desistiu e foi para a Inglaterra em busca de seu sonho. Lá, conseguiu ajuda de Lew Grade. Nascia o Muppet Show em 1976!

Mimeógrafo



O BOM E VELHO MIMEOGRAFO, QUEM ESQUECE?! NOSSAS PROVAS SEMPRE COM AQUELE CHEIRINHO de álcool recém copiadas
Sem falar a o ponta dos nossos dedos que ficavam roxas... época boa que não volta nunca mais! lembranças de infancia!!

Riquinho Rico $$$



Quem se recorda do desenho Riquinho, o menino rico? Outros personagens: Glorinha, o mordomo Duarte, Prof. Quimbinha, a robô empregada Sandra e o cachorro Dólar. Passou durante muito tempo da Tv Manchete antes dos Changeman...lá pelas 9 da matina. Riquinho era dublado pela  Fátima Mourão...que dublou a Shera.
A segunda temporada do desenho mostrava um Riquinho mais crescidinho, essa temporada me recordo que foi apenas apresentada no Cartoon Network. Alem do desenho Riquinho tinhas outro produto de sucesso, as revistinhas e no meio da década de 90 foi pra telona interpretado pelo Maculay Culkin

Sonho de Verão

Depois de perder uma filha, o casal, dono de uma imensa e maravilhosa mansão, resolve passar um período na Europa. No táxi, a caminho do aeroporto, o motorista atento a conversa dos dois, resolve tirar partido da situação. Léo vai se hospedar na mansão, dizendo-se sobrinho dos velhinhos, levando a namorada e um casal de amigos. Para completar a festa, chega um ônibus cheio de jovens, que também se instalam na casa.

Públicode 1.458.373 espectadores
A paquita chilena Maria José Llaneza foi convidada para o filme pois o Chile era o segundo maior mercado para o "Xou da Xuxa" na época.



"Eduardo e Mônica" é o hit brasileiro preferido dos anos 80; conheça também os piores



Numa enquete realizada por UOL Música, durante dois meses, "Eduardo e Mônica", do Legião Urbana, de 86, foi eleito o sucesso nacional preferido dos anos 80, e "With or Without You", do U2, de 87, foi escolhido o melhor sucesso internacional.

A enquete revelou ainda os hits considerados os piores da década: "Entre Tapas e Beijos", de Leandro e Leonardo, de 89, e o mutirão pop "We Are the World", de Michael Jackson e Lionel Richie, de 85.

As músicas foram escolhidas de uma listagem dos 30 títulos mais tocados nas rádios brasileiras de 1980 a 1989, compiladas pelo site Nopem, agrupados em quatro categorias: melhores e piores, nacionais e estrangeiras.

O Legião Urbana foi a banda que mais apareceu na listagem de campeãs, com três conquistas: Primeiro e terceiro lugares dentre as preferidas, com "Eduardo e Mônica" e "Que País e Este", e uma terceira colocação entre as piores músicas da década, também com "Eduardo e Mônica".

Entre os sucessos preferidos, apareceram ainda os Titãs, em segundo lugar, com "Sonífera Ilha"; Kid Abelha, em quarto, com "Como Eu Quero", e Cazuza, em quinto, com "Ideologia".

Na categoria internacional, depois do U2 aparece o grupo Pink Floyd, com "Another Brick in the Wall", e o Police, com "Every Breath You Take". A realeza do pop Miachel Jackson e Madonna aparecem apenas em quarto e quinto lugar, respectivamente, com "Billie Jean" e "Like a Virgin".

Os dois reaparecem, aliás, com essas mesmas músicas, na lista dos piores hits dos anos 80. Madonna em terceiro, logo depois de "Physical", de Olivia Newton John, e Jackson em sétimo.

Veja abaixo a listagem dos dez primeiros lugares em cada categoria, eleitos numa enquete que obteve mais de 30 mil votos:



Sucessos brasileiros dos anos 80 preferidos dos leitores de UOL Música
"Eduardo e Mônica", com Legião Urbana (1986)
"Sonífera Ilha", com os Titãs (1984)
"Que País É Este", com o Legião Urbana (1987)
"Como Eu Quero", com Kid Abelha (1984)
"Ideologia", com Cazuza (1988)
"Menina Veneno", com Ritchie (1983)
"Um Certo Alguém", com Lulu Santos (1987)
"Muito Estranho", com Dalto (1982)
"Óculos", com Paralamas do Sucesso (1984)
"Louras Geladas", com o RPM (1985)

Sucessos brasileiros dos anos 80 considerados os piores
"Entre Tapas e Beijos", com Leandro e Leonardo (1989)
"O Amor e o Poder", com Rosana (1987)
"Eduardo e Mônica", com Legião Urbana (1986)
"Mordida de Amor", com Yahoo (1988)
"Deus te Proteja de mim", com Wando (1989)
"Leão Ferido", com Biafra (1982)
"Menina Veneno", com Ritchie (1983)
"Balancê", com Gal Costa (1980)
"Quando Gira o Mundo", com Fábio Júnior (1986)
"Dona", com Roupa Nova (1985)

Sucessos estrangeiros preferidos dos anos 80
"With or Without You", com U2, 26%, 1987)
"Another Brick in the Wall", com o Pink Floyd, 18%, 1980)
"Every Breath You Take", com Police (1983)
"Billie Jean", com Michael Jackson (1983)
"Like a Virgin", Madonna (1985)
"Crazy Little Thing Called Love", com o Queen (1980)
"Livin' on a Prayer", com Bon Jovi (1987)
"We Are the World", com USA for Africa (1985)
"Bette Davis Eyes", com Kim Carnes (1981)
"Careless Whisper", com Wham! (1985)

Sucessos dos anos 80 considerados os piores
"We Are the World", com USA for Africa (1985)
"Physical", com Olivia Newton-John (1982)
"Like a Virgin", Madonna (1985)
"Take my Breath Away", com Berlin (1986)
"Greatest Love of All", com Whitney Houston (1986)
"Endless Love", com Diana Ross e Lionel Richie (1981)
"Billie Jean", com Michael Jackson (1983)
"Ebony and Ivory", com McCartney e Stevie Wonder (1982)
"I Just Called to Say I Love You", com Stevie Wonder (1984)
"Livin' on a Prayer", com Bon Jovi (1987)

Brinquedos



Genius
– Chegou às lojas em junho de 1980,lançamento Estrela. Na primeira metade dos anos 80 foi a maior febre. Consistia em apertar as quatro teclas coloridas (vermelha,azul, amarela,verde) na seqüência exata da máquina.A cada rodada o brinquedo acrescentava novo movimento e a velocidade das luzes aumentava.


Atary/Odyssey – Os dois foram lançados em 1983, o primeiro pela Phillips e o segundo pela Polyvox/Gradiente. O Atary acabou fazendo mais sucesso(também era mais barato).

Alguns cartuchos famosos: Boxe, Enduro, Jungle Hunt, Moon Patrol, Pac-Man e Space Invaders (Atari); Cryptologic, Fórmula 1, Ovni, Pegue o dinheiro e corra, Senhor das trevas e Wall Street (Odyssey).



Aquaplay – O objetivo era encaixar argolas em pequenas hastes. Tinha vários modelos entre eles o futebol, pescaria, basquete, aquário e golfinho.


De volta para o Futuro



No primeiro filme da série (Back to the Future, 1985, EUA), Marty McFly é um típico adolescente americano dos anos 80, de classe média e com um pai (George McFly) meio covarde que vive sendo explorado pelo canalha Biff Tannen. Marty é convidado pelo amigo Doutor Brown para conhecer sua mas nova invenção: uma máquina do tempo! Sua peça fundamental é o "capacitor de fluxo", mas para funcionar a máquina precisa uma fonte que gere 1.21 giga watts, que o Dr. conseguiu roubando plutônio de uns terroristas. Mas os bandidos não deixam barato e vão atrás do cientista. Na confusão, o Dr. Brown é baleado e Marty, tentando fugir dos bandidos, vai parar em 1955.

Enquanto procura o Dr. Brown dos anos 50 para pedir ajuda, Marty esbarra com sua mãe (Lorraine Baines) ainda jovem, que se apaixona por ele. Para salvar sua existência e a dos seus irmãos, ele precisa unir seus pais no baile do colégio e correr com a máquina até o local exato onde cairá o raio que o levará de volta a 1985. O que ele não imaginava era que sua intervenção no passado alteraria seu futuro para sempre.

As duas continuações da história foram filmadas ao mesmo tempo em 1989. Na primeira seqüência, o Delorean (máquina do tempo)- pode voar e aceita até lixo como combustível. Dr. Brown leva Marty até 2015 porque sua família está precisando de ajuda. Mas no meio do caminho o "velho" Biff rouba a máquina do tempo e termina criando um "1985" alternativo, em que ele é um milionário que matou George e casou-se com Lorraine. Essa segunda parte é mais complicada do que a primeira, mas mantém o charme e a comicidade do filme original.

No terceiro e último filme da série, Marty precisa voltar ao Velho Oeste para salvar a vida do Dr. Brown, que pode morrer num duelo. Aqui os dois amigos sê vêem às voltas com os "antepassados" dos McFly, de Biff e do diretor da escola (Strickland), além da professora Clara Cleyton, por quem o cientista se apaixona. O ponto forte é a caracterização da época e as sátiras ao gênero western e um de seus ícones, Clint Eastwood.

A assinatura de Steven Spielberg na produção é sem dúvida a garantia de qualidade que qualquer diretor ou roteirista gostaria de ter, mas somente um ótimo trabalho de equipe pode transformar um argumento num sonho real. Como esquecer a trilha musical dos anos 50, as caracterizações de época, os relógios tocando na mesma hora? Quem não brincou de viajar no tempo, não transformou seu carrinho de controle remoto num Delorean? Eu mesma até hoje, quando vejo ou penso em alguma coisa que quero ter, repito com confiança: "Um dia!"


 
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